Drama da Oleosidade

Sabe aquele aspecto de óleo nos cabelos? Com certeza é uma das coisas mais irritantes da vida. O óleo dos cabelos, também conhecido como sebo, é o óleo natural produzido na região do couro cabeludo, a função dele é proteger os fios contra a queda. Porém, em excesso pode ocasionar complicações, como caspas e a queda dos fios, além de ser prejudicial para o visual.
As possíveis causas da oleosidade em excesso temos primeiramente as alterações hormonais, que levam as glândulas a produzirem maior oleosidade. Além disso, fatores como banho muito quente, uso de secador em temperaturas elevadas e também influências de cosméticos, como xampus não compatíveis com o tipo de cabelo e o uso exagerado de condicionadores e cremes também podem contribuir. Outro fator que estimula a oleosidade, muitas vezes, está ligado ao ambiente de trabalho da pessoa.

580303-Os-cabelos-oleosos-afetam-tanto-a-aparência-quanto-a-saúde-capilar.

♡ Algumas soluções:

  • Procure manter os cabelos sempre soltos, evitando o uso de boinas, lenços, toucas ou chapéus que possam impedir a ventilação do couro cabeludo.
  • Não passe as mãos ou escove muito os cabelos. Evite também massagens no couro cabeludo. Esses são hábitos que estimulam a produção de óleo.
  • Lave os cabelos diariamente: limpeza é fundamental.
  • Use xampus adstringentes, com pH neutro ou os específicos para cabelos oleosos. O ideal é alternar.
  • Use xampu anti-resíduo uma vez por semana.
  • Ao passar máscaras hidratantes, condicionadores e leave-in, jamais passe no couro cabeludo.
  • Evite água quente, pois a alta temperatura resseca os cabelos e, por isso, estimula a produção de mais oleosidade.

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✖ Causas da Oleosidade

A causa desse problema é de ordem genética, mas alterações hormonais e estresse podem agravar o problema.

✖ Tratamento

Para se livrar desse incômodo constante e diário, o recomendado é procurar uma clínica especializada em tratamento capilar para que o terapeuta possa analisar o couro cabeludo. A oleosidade excessiva, quando genética, não tem cura: por isso é recomendado um tratamento para controlá-la.

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