Até quando #JoyEJulhoTodoDia11

Esse vai ser mais um post que vai me render um orgulho absurdo de ter feito, mesmo que não tenha grande repercussão, serei muito feliz em poder levá-lo até as pessoas certas – porque quando se faz algo de coração, tudo acaba bem e do jeito certo.

Mês passado, quando fui indicada ao Mystery Blogger Award, mencionei o meu post sobre aceitação como o meu melhor post aqui do blog. E sinceramente? Ele é. Desde a primeira frase que surgiu na minha cabeça, ele se tornou o melhor post da minha vida, porque eu sabia que estava fazendo a coisa certa e no lugar certo. Afinal, a internet é um meio e tanto de expor suas opiniões e tentar ajudar de alguma forma a quem precisa.

Fiquei alguns dias quebrando a cabeça para escrever esse daqui, tentando encontrar as palavras certas, para chegar na pessoa certa também.

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E me perguntei, até quando muitos de nós vai deixar a mídia dizer o que é bonito ou não?

Até quando vamos acreditar que existe um padrão de beleza, mesmo sabendo que existem uma infinidade de programas de edição de fotos e que a quantidade de pessoas fazendo cirurgias plásticas só aumentam? Até quando vamos deixar que pessoas próximas (até pessoas da própria família) digam o que devemos fazer ou não, que nos rebaixem dizendo que ou somos magras/gordas demais, que devemos engordar/emagrecer um pouquinho porque temos um rostinho bonito, mas o corpo não?

Digo isso porque, passei boa parte da minha vida ouvindo “nossa, você está tão magrinha, porque não come mais?”, ou então “você é muito magra, olha essas pernas, esses braços, tão finos”.

Já ouvi uma quantidade absurda de apelidos por ser exatamente como eu sou, por ser do jeito que Deus queria que eu fosse. E TÁ TUDO BEM!

Não sou a pessoa com a autoestima mais elevada do mundo, mas sempre consegui passar por cima de comentários maldosos porque tenho total consciência que ninguém é melhor do que ninguém. Que sempre vai ter alguém querendo de pôr para baixo, querendo te diminuir, então só queria dizer que você não deve permitir isso!

Não deixe que digam que você seria mais bonita de tal forma, porque você é linda (o) de qualquer jeito.

Se aceite.

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“Seu corpo é a casa em que você cresceu, como você ousa tentar queimar no chão”.

Estereótipos

Salve galera, tudo numa boa?

Outro dia estava dando uma olhada em alguns sites que nem tenho o costume de visitar e ler as matérias, porém encontrei algo que me chamou bastante atenção, até porque fiz dois posts aqui no blog, onde falei sobre a aparência e aceitação. Basicamente a matéria desse site, retrata um pouco desse assunto e resolvi comentar um pouco sobre isso aqui com vocês.
Como sabemos bem, a sociedade vive em uma bolha imaginária, onde cria padrões de tudo que se possa imaginar, é preconceitos vindo de todos os lados…uma chatice sem fim! Inclusive com as pessoas “diferentes”, que ousam em arriscar ter uma aparência única, porém diferentes dos demais, causando um espanto e julgamento.

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Celia Sanchez, uma mexicana que tem tatuagens e cabelos coloridos, sofreu preconceito e foi julgada, quando se tornou mãe, aos 23 anos. Ao UpWorthy, relatou que se sentia “diferente” das outras mães por ser nova e por sua aparência.

 “Quando eu levava meus filhos para a creche, eu me sentia como se eu não fosse como as outras mães e ouvia ‘você realmente não se parece com uma mãe’, mas sempre pensei ser tolice dizer que alguém não se parece como uma mãe”.

Porém Célia encontrou uma maneira de tentar fazer com que as pessoas revessem suas opiniões e começou a fazer fotografias de mulheres que, assim como ela, também tinham tatuagens e cabelos coloridos, atitudes e a aparência nomeadas “diferentes” e/ou “fora do padrão”. A série com fotos tiradas por Célia durante três anos, ganhou o nome de “Devotada” e se tornou um poderoso aliado na luta contra estereótipos.

Perguntinha básica…
Tatuagem, cabelos coloridos e estilo de roupa, definem algo além da moda pessoal de cada pessoa?

Se a resposta for sim, reveja seus conceitos!

Por um mundo com menos preconceito e julgamentos. E mais AMOR❤️

Fonte: Catraquinha